Amor pela carreira
Confira a entrevista do João Vithor Oliveira, para a TV Press.
Era quase impossível João Vithor Oliveira não se deixar influenciar pelo meio em que cresceu. Filho da diretora teatral Bia de Oliveira e sobrinho-neto do cineasta Domingos de Oliveira, ele se acostumou a frequentar as coxias de teatro e tudo que envolve as artes cênicas. E, ainda criança, descobriu a paixão por atuar. O convívio com o palco forneceu-lhe todas as ferramentas necessárias para progredir na carreira artística. E foi fundamental para fazê-lo se sentir confortável na pele do órfão Serginho, em “Boogie Oogie” – atual trama das seis da Globo. “Ser ator é passar a verdade. Por isso, quero me fomentar ao máximo. Tenho vontade de explorar outras culturas e conhecer a escola dramática de Montevidéu, no Uruguai”, revela o ator.
Enquanto isso, ele se dedica completamente às gravações da novela de Rui Vilhena. Na história, seu personagem é irmão de Rafael, interpretado por Marco Pigossi, e vê nele quem aspira ser em sua própria vida. “Serginho morre de orgulho do irmão pelo fato de ele ser piloto de avião. Eles têm uma união muito forte por conta da perda dos pais”, explica João Vithor Oliveira.
Com um pé em 1970 por causa do atual folhetim das seis, João Vithor se convenceu de que tem mais afinidades com aquela época do que com a atual, embora tenha nascido em 1995. Com seu papel na trama global, o ator se deu conta de que quase tudo no século XXI é descartável. E acredita que, naquele tempo, as relações pessoais eram mais intensas e verdadeiras do que atualmente.
A oportunidade de conhecer esse período da história interferiu completamente na rotina do ator, que se entregou às particularidades do personagem. “É bom poder entrar em um mundo que não é o nosso. Estou vivendo intensamente 1970. Agora, fico sem telefone uma semana. Saio com meu fusquinha 1969 e me aventuro pela vida”, conta ele.
Fonte: OTempo


